Muitos meses depois, voltei com o post "dos últimos tempos" e o título já explica bem sobre o que eu irei falar aqui. Ah, este post é um pouco antiguinho, de julho. Comecei a escrever mas nunca terminei. Cheguei a começar o que seria o próximo mas lembrei que não havia publicado esse, então no mês que vem já teremos outro por aqui.
Lendo: Mês passado no meu aniversário ganhei alguns livros e já terminei todos, continuo procurando o Wally em um mas de resto não estou tão apegada a livros. Costumo ler (ou tentar) livros que pego da biblioteca da minha escola, mas nas férias por estar longe de lá acabei lendo menos. No momento estou relendo um dos meus livros favoritos porque não sei ir pra escola sem um livro dentro da mochila pra passar o tempo livre que tenho por lá. Por Lugares Incríveis é um livro que sempre me desperta sentimentos bons e a cada vez que leio eu sinto coisas diferentes. É provável que você nunca tenha ouvido falar, procure! Antes das féries eu li alguns livros que foram passados como trabalho e são clássicos, posso fazer um post os listando. Mulheres, Charles Bukowisk. Cartas na rua, Charles Bukowisk. A hora da estrela, Clarice Lispector. Ouvindo:Ainda citando meu aniversário, ganhei Purpose e tenho ouvido sem parar! Outra paixão, que talvez seja uma paixão universal é Troye Sivan, o novo queridinho da internet. Mais do que nunca tenho ouvido coisas que podem me acrescentar muito como funks, sertanejos que eu ouço por ai e esse tipo de música. É aquele ditado, vamô faze o quê... Assistindo e assistidos: Estou mais apegada ao netflix do que nunca! Tinha um preconceito com séries que não fossem divertidas como por exemplo Breaking Bad que exitei muito antes te começar por ser diferente do que eu estava acostumada e hoje é sem dúvidas uma das melhores séries que eu já vi. Aqui vou citar as últimas afinal indico todas e falarei mais sobre cada uma. Scream Stranger Things That'70s Show
um corpo é sempre um corpo <3
Então é isso, o post foi meio improvisado e talvez até incompleto mas pra quê jogar tudo isso fora, né? Logo teremos um melhor pra compensar. Até a próxima!
Cai numa paranoia. Puta merda. Eu tô crescendo. Não que eu não tenha feito isso nos últimos anos da minha vida, mais especificamente desde que eu nasci, mas é o tipo de coisa que a vida joga na minha cara quando eu desejo que o dia tenha mais horas do que tem ou passe horas dele pesquisando sobre como fazer uma boa redação no enem. Eu já lido com a síndrome de SofrerMuitoPorAntecedência, então assim, imagina no momento... De qualquer forma eu cresci em relação a ontem, quando eu fiz algo errado e hoje eu pude concertar e fazer certo. Em relação a semana passada quando eu decidi dormir 3 da manhã e tinha que acordar cedo. Não-fazer-de-novo. É todo aquele papo de Cada Dia Uma Nova Chance, Recomece Hoje, Novo Dia Novas Oportunidades. Então eu vou indo. Anos atrás a minha maior preocupação eram minhas contas em jogos como Stardoll ou Habblet (aquele mesmo, cheio de vírus e para os noobs preguiçosos que não corriam atrás de conseguir dinheiro e preferiam afundar seu computador do que esperar juntar e montar sua casinha), e agora as coisas mudaram completamente mas ainda parece que foi ontem. Espero que um dia essa coisa toda não se reflita na minha vida de adulta, se quer que um dia eu consigo ser uma adulta. As vezes eu só queria voltar a me preocupar tanto com o meu cabelo que deveria estar bem penteado as 7 da manhã e isso pudesse ocupar minha cabeça que agora só me leva para coisas tipo MEU DEUS, CARA. PUTS, PENSA DIREITO. O QUE CÊ TÁ FAZENDO? PUTS. VAI FAZER ALGUMA COISA ÚTIL! NÃO ISSO! TENTA OUTRA COISA! AI, NÃO. Creio que esse pacote de preocupações pré último ano do ensino médio não seja nada muito novo ou exclusivo da minha vida monótona. Mas cara, que coisa doida, né? Talvez esse seja o pior jeito que eu poderia ter escolhido pra expressar, mas olha, eu nem escolhi e no momento tô sem tempo porque tô em uma fase de imaginar como eu vou me virar se o arroz queimar e eu estiver sozinha nomundo. E tentando entender a mesma matéria de física a vários dias.
Eu vivi tantos dias em desarmonia Com a sinfonia de tudo que há
Quando se eleva a dor ninguém pode me escutar
Se há um lado bom da vida, não consigo ver
Ninguém sente essa dor que me obriga a cantar
Do alto do meu sexto andar
Eu posso te ouvir
E eu sinto como se nós
Não estivéssemos a sós
Você está aqui
E eu sinto que eu posso estar
Em qualquer lugar
Eu sinto que eu sou o ar
Eu canto pra tirar do peito esse nó Que paralisa toda vez que eu fico só Me tirem tudo, mas me deixem com voz Enquanto houver um coração batendo em nós
Enquanto eu. Buscando me curar. Fiquei com falta de ar. Queria um pouco mais. Pra nunca mais.
Jamais me contentar. Com menos que você. Que falta que me faz.
Finalmente livre
Pra pela última vez
Poder te dizer adeus
Olhando pros olhos teus,
Não me deixa nunca mais.
Música boa, banda nostálgica e letras incríveis. Ouçam!
As nossas escolhas pessoais, nosso direito de ir e vir, nosso corpo e nossas decisões. Nossa vida, nossas opções e orientações. Da nossa roupa ao nosso interior. De dentro pra fora e de fora pra dentro. Do lugar onde viemos até para onde vamos. Na rua, no ônibus, na escola, no trabalho, na cama, em casa, na festa, onde quer que estivermos. Bi, lésbica, trans... Mulher! Nossas mães e nossas filhas. A menina que sou e a mulher que tornarei. Cada traço do MEU corpo, ao qual só pertence a mim. Respeite também minhas lutas, minhas palavras, meus espaços e minhas marchas. A nossa história, a minha história e a que estamos escrevendo juntas. Respeite as santas e também as putas. As freiras e as bruxas.
Nunca tenho total certeza das minhas bandas preferidas, o que me deixava com certo receio de fazer um post as listando. E se eu esquecesse de alguma? E se eu descobrisse uma maravilhosa no dia seguinte? Ai meu deus. Parei. Temos aqui uma lista que não está em ordem pois tenho um amor por todas. Atualmente, bem atualmente mesmo acho que posso dizer que minha banda preferida é The Smiths. Mas a minha música preferida, Read my mind, (que inclusive está aqui neste post) é do The Killers. "YOLO" (you only live once) é algo que eu levo pra vida e também o nome da minha música favorita do The Strokes. Talvez este seria meu top 3 e depois vem as demais. Ah, Arctic Monkeys e The Kooks já estiveram no meu topo. Atualmente eu ouço muito Tame Impala mas é algo do momento, ainda não desenvolvi um amor tão grande pela banda. Assim é também com The 1975. Selecionei 3 músicas de cada banda pra vocês conhecerem ou só saberem as que eu mais gosto. São links, então só clicar pra ouvir! Naive Junk Of The Heart Habit This Charming Man There is A Light That Never Goes Out Asleep You Only Live Once Someday 12:51 505 R U Mine? Fluorescente Adolescent Read my mind All These Things That I've Done Human The Less I Know The Better Let It Happen Elephant Love Me Girls UGH! Bônus de algumas bandas que eu gosto muito mas não se encaixam na lista. Sweater Weather e Say You Don't Want It com certeza são duas das minhas músicas preferidas, mas não é assim com as bandas. Tenho várias da Haim no celular, então estou sempre ouvindo. Apesar de fugir um pouco da lista eu não poderia deixar de citar. A quarta banda é especial. Talvez seja a primeira banda seguindo o estilo pela qual eu me interessei. Foi lá 2010/2011 na MTV. Até hoje eu ouço 30STM e Closer To The Edge me marcou muito. The Neighborhood: Sweater Weather One Night Only: Say You Don't Want It
Sei que você atrasou e o deixou aqui. Eu entendo que isto tem acontecido a alguns dias, e entendo também que a gente possa tentar de novo amanhã. Talvez eu espere um pouco, para o caso de você achar que precisa dele. Ainda está aqui, quente, na mesa.
E eu ainda estou aqui, parada, olhando as xícaras e pensando nas vezes que as duas se esvaziaram quase ao mesmo tempo. Hoje sobra uma cheia.
Sempre me encheu os olhos e o coração aquele quentinho e o conforto que me surgia sempre que você sentava ali com o seu. Esperava por aquele momento em cada hora do meu dia e não esperava menos do que um sorriso teu. Sentia ali, o poder de te fazer a pessoa mais feliz do mundo, mesmo acreditando que não precise de ninguém pra isso, pois de ser e transmitir você entende bem e quase sem querer.
Mas eu estava ali, para qualquer momento em que ela resolvesse não estar e eu pudesse te trazer um pouco. Retribuir todas as vezes que você esperou os meus atrasos e sentou na mesa para esperar ficar pronto ou me ouviu agitada depois de três xícaras. Dessas vezes você sempre ria.
Me disseram para compreender caso você achasse que não queria mais viver tudo aquilo. Me aconselharam se caso o café continuasse esfriando consecutivamente, e eu esperasse, mesmo sabendo que não viria.
doía em mim ter que escrever, por necessidade ou algo do tipo, e não conseguir. eu não tinha o que falar quando me deparava com uma barrinha piscando no monitor do computador. eu sentia um vazio atravessando meu estômago e invadindo o meu cérebro. o coração contraía, como se bombear fosse uma tarefa árdua demais. eu estava sozinho e achava que escrever necessariamente precisava ser sobre alguém. mas descobri que em alguns momentos da vida que a gente tem que esquecer as outras pessoas do universo e notar que existe outras coisas esperando desesperadamente para serem vistas. coisas que são importantes, coisas que sempre estão ali quando ninguém mais está. o meu computador, quando me sinto horrível demais para sair de casa, por exemplo. a minha cama que já segurou minha barra quando estava pesada demais para me manter em pé. meu travesseiro que já abafou tantos choros meus que já sabe meus sussurros de cor. o mundo é enorme. e as pessoas são o mínimo dele. principalmente aquelas que nos magoam. essas são quase imperceptíveis. somos nós que maximizados suas existências, tornando assim o sofrimento numa escala quase infinita, quando na verdade a gente só está precisando fechar os olhos e sentir o mundo. esquecer pouco o passado e andar pra frente, num movimento retilíneo uniforme. porque até a física nos ajuda quando a química dá toda errada. -j.