terça-feira, 3 de novembro de 2015

Vindas



Aqui estou eu, a aspirante a blogueira mais fajuta do mundo! Perdi as contas mas acredito que foram mais de 3 meses sumida daqui. Enfim, essa é só mais uma vinda de mais uma ida, das várias que eu já dei nessa trajetória de 3 anos de blog. Dessa vez vai ser aos poucos, afinal estou sem computador o que eu responsabilizo pelo meu sumiço. Eu volto, do meu jeitinho, mas volto. Eu poderia ter aparecido aqui um dia ou outro mas acabou que não, não sei os meus motivos mas notei que esse tempo seria além de inevitável, necessário. Não preparei um ótimo conteúdo para hoje então vou deixar fluir, o que passar pela minha cabeça eu registro aqui, ok? Enfim.. vocês tão bem? Se é que ainda existe alguma pessoa aqui disposta a ler o que eu escrevo, tomara que sim.
Queria compartilhar minha indignação com o fato de já estarmos em novembro. Esse ano ocorreram os melhores e piores acontecimentos da minha vida e eu acho isso incrível. Uma vez eu li m negócio que dizia "Não há nada mais artificial do que fronteiras." e eu passei a acreditar muito nisso. E aqui eu uso essa frase pra poder falar quanto, no final das contas, as boas vindas e despedidas de todos os anos são artificiais. É uma simples divisão e eu acho que a gente acaba se apegando demais a isso e esquecendo que temos uma vida inteira, que ainda dure mais 50 anos, ou só mais alguns. Só mais uma reflexão boba sobre algum desapego novo da minha vida.
Este ano todo, a passagem dos 14 anos para os 15, foi tudo muito incrivel. Eu vivi neste ano coisas que eu nunca imaginei, coisas que eu não vivi durante aqueles outros 14 todos eu pude vivenciar agora e isso tudo é extraordinário. Descobri novas emoções, ruins e boas, foi tudo muito distinto mas no final somaram muito.

Tenho aprendido muito e isso é algo que eu quero registrar bastante por aqui. Por enquanto eu pretendo aparecer por aqui sempre que dar, assim que estiver com um computador novo eu volto a ativa, ok? Deixo pra vocês algumas coisinhas.





parênquima paliçádico
vegetais vasculares sem semente
plantam em mim a todo custo
verdades incontáveis diferentes
de outra gente, um outro assunto

solo dessa terra, meu espaço
terra de meus pés agora imundos
abro meu casaco, paliçádico 
visto meu abraço e te saúdo




O que eu queria o que eu fazia o que mais?
E alguma coisa a gente tem que amar
Mas o que não sei mais.

Os dias que eu me vejo só
São dias que eu me encontro mais
E mesmo assim eu sei também
Existe alguém pra me libertar.

Que você tenha uma semana maravilhosa e que semana que vem volte pra ver a próxima postagem, estamos combinados? Até mais.

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