segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Diário daquela menina: (Des)Amores


                             (Terceiro texto do diário daquela menina escrito por mim)

Dedico esse trecho, ou melhor o texto todo, a meus (des)amores da vida. Como sempre digo eu sou aspirante em 90% das coisas que faço ou melhor tento fazer na minha vida. Eu sento na sacada pra imaginar que meu textos seriam mais interessantes se eu buscasse histórias de vida pra contar quando chegar a minha última fase. Eu deveria buscar nas pessoas mais do que elas me oferecem num simples "bom dia" ou num "como vai você?" no elevador..
Eu tenho mania de achar que eu deixo tanta coisa passar por medo, ha meu querido medo.

Minha mãe acredita na teoria da minha auto estima, na qual eu me acho tranquila demais pra correr atrás de agradar alguém pra ser feliz a dois, eu não aposto nisso !
Eu já tive alguns amores na adolêscencia que ainda nem sai dela , e confesso que a maioria deles não me levou a lugar nenhum! Nem mesmo a acreditar que isso tenha me feito mais feliz. Eu aprendi um pouco mas não uso esse tipo de coisa que sei. Não culpo meu cupido , afinal não faço minha parte . Eu acho que me arrumar mais e sair respectivamente mais do que saio não vai me levar a quem eu devo um dia estar junto.

Já devo ter organizado essa história na minha cabeça alguma vez. Eu te conheci - você fez com que eu me apegasse- eu me apeguei - você também (só demonstrou) - você me mostrou que era importante na sua vida- eu me senti assim- e.. FIM. 
Eu me afundei no meu maior cobertor na minha cama que mais servia como um escudo pra qualquer pessoa que viesse me dizer que deveria superar afinal "amores vem e vão " esqueceram de falar o "em vão" cadê você quando eu estava me sentindo mal, sozinha ? Mas olhando por outro lado você me ensinou a começar já esperando o fim mesmo que isso me deixasse insegura ! Tive uma vontade imensa de depois do fim te perguntar oque você sente em magoar uma simples menina indefesa de seus próprios sentimentos na qual você quebrou o coração e fez ela ouvir músicas um tanto quanto depressivas e fazê-la acreditar que você e mais outros bilhões de outros da sua "espécie" não prestam!?

Mas na verdade aquelas eram coisas ao contrário do que eu  senti, era apenas uma vontade incentivada por aqueles artigos que lia de revistas teens super descoladas que as populares meninas loiras e poderosas da minha escola liam. Aquilo ia totalmente contra o meu plano de ser forte não me entregar e antes de tudo me proteger de qualquer golpe da vida.

Talvez eu deveria me entregar mais ao amor em si,  e menos as pessoas que demonstram senti-lo por mim...

                                           
                                                       

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